Talvez você já tenha se perguntado:
“Por que ele não ficou?”
“O que havia de errado comigo?”
“Por que eu não fui suficiente?”
Quando alguém que amamos vai embora, a dor nem sempre é apenas pela perda daquela pessoa. A rejeição pode despertar feridas antigas, medos e a sensação de não sermos boas o suficiente.
E, sem perceber, começamos a procurar o erro em nós mesmas.
Mas a escolha de alguém não define o seu valor.
Uma pessoa pode não escolher ficar e, ainda assim, você continuar sendo digna de amor, respeito e cuidado.
Às vezes, a maior ferida não está apenas na partida do outro, mas no momento em que começamos a nos abandonar para tentar fazê-lo permanecer.
Você não precisa ser mais bonita, mais disponível ou menos intensa para merecer amor.
A cura começa quando você consegue olhar para sua dor com acolhimento e perguntar:
“O que eu preciso neste momento?”
“Como posso voltar a cuidar de mim?”
Talvez você não consiga impedir alguém de partir. Mas pode escolher não partir de si mesma.
Permita-se sentir. Chorar. Recomeçar. Pedir ajuda.
A psicoterapia pode ser um espaço para compreender suas feridas, reconstruir sua autoestima e transformar a maneira como você se relaciona consigo e com o outro.
A sua história não termina onde alguém decidiu ir embora.
Talvez seja justamente ali que começa o caminho de volta para você.
Se você está vivendo uma dor de abandono ou rejeição
Você não precisa atravessar esse processo sozinha.
A psicoterapia pode oferecer um espaço seguro para compreender suas emoções, reconhecer padrões relacionais, acolher feridas antigas e construir uma relação mais amorosa consigo mesma.



